Atlas anatômico

2.234 peças, 1.658 estruturas, 15 sistemas. Procure pelo nome ou estude um sistema inteiro.

Espinal do tórax direito

Right spinalis thoracis · FMA22779

Também chamada de: Espinhal torácico · Músculo espinal torácico

Em 30 segundos

Músculo profundo da coluna vertebral, parte medial do grupo eretor da espinha. Estende-se dos processos espinhosos das vértebras torácicas inferiores e lombares superiores aos processos espinhosos das vértebras torácicas superiores. Atua na extensão da coluna torácica.

Função

Extensão da coluna vertebral torácica; estabilização da coluna durante movimentos do tronco

Onde fica e relações

Situado medialmente ao longíssimo do tórax, na região paravertebral profunda, estendendo-se ao longo da coluna torácica

  • Inervaramos dorsais dos nervos espinhais torácicos
Irrigação, drenagem e inervação
Irrigação
Ramos dorsais das artérias intercostais posteriores
Drenagem
Veias intercostais posteriores
Inervação
Ramos dorsais (posteriores) dos nervos espinhais torácicos
Origem, inserção e ação
Origem
Processos espinhosos das vértebras T11-T12 e L1-L2
Inserção
Processos espinhosos das vértebras T1-T8 (aproximadamente 6 vértebras acima da origem)
Ação
Extensão da coluna vertebral torácica; auxilia na manutenção da postura ereta
Inervação
Ramos dorsais (posteriores) dos nervos espinhais torácicos
No exame físico
Palpação
Músculo profundo da coluna torácica, situado medialmente ao longissimus thoracis e lateralmente aos processos espinhosos. Não é palpável isoladamente por estar coberto pelo trapézio e latíssimo do dorso; sua contração faz parte da massa paravertebral palpável bilateralmente junto aos processos espinhosos torácicos durante extensão resistida do tronco.
Referência no exame
Faz parte do grupo eretor da espinha; sua região é examinada na inspeção e palpação da coluna torácica para avaliar simetria da musculatura paravertebral, pontos dolorosos e espasmos. A palpação da goteira paravertebral torácica (1-2 cm lateral à linha dos processos espinhosos) avalia o conjunto dos eretores, incluindo este músculo.
Na clínica
  • Lesões isoladas são raras devido à redundância funcional dos músculos paravertebrais
  • Espasmo muscular pode contribuir para dor lombar baixa e torácica
  • Atrofia pode ocorrer em doenças neuromusculares ou por desuso prolongado
Cai na prova
  • Parte do grupo eretor da espinha, componente medial
  • Origem e inserção: salta aproximadamente 6 vértebras (de processos espinhosos inferiores para superiores)
  • Inervação por ramos dorsais dos nervos espinhais (padrão segmentar)
  • Diferenciação dos outros componentes do eretor da espinha: espinal (medial, processo espinhoso a processo espinhoso), longíssimo (intermediário, processo transverso), iliocostal (lateral, costelas)
Teste seu entendimento
  • Qual a origem e inserção do espinal do tórax?

  • Qual a inervação do espinal do tórax?

  • Qual a posição do espinal do tórax em relação aos outros componentes do eretor da espinha?

  • Qual a principal ação do espinal do tórax?

Não confunda

  • FMA22751

    O longíssimo do tórax é lateral ao espinal, insere-se em processos transversos e costelas (não em processos espinhosos superiores)

    Abrir ficha
  • FMA22872

    O semiespinal do tórax é mais profundo, parte do grupo transversoespinal, salta mais vértebras (4-6) e tem orientação mais oblíqua

    Abrir ficha
  • FMA22890

    Os interespinhais torácicos são músculos curtos entre processos espinhosos adjacentes, não saltam vértebras como o espinal

    Abrir ficha
Ontologia

BodyParts3D, CC BY 4.0