Atlas anatômico

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Veia axilar esquerda

Left axillary vein · FMA13331

Também chamada de: Veia da axila

Em 30 segundos

Alta relevância

Veia profunda do membro superior que drena sangue venoso da extremidade superior e parede torácica lateral. Formada pela confluência das veias braquiais e veia basílica na borda inferior do músculo redondo maior, continua como veia subclávia na borda lateral da primeira costela. Via de acesso central comum e local de trombose venosa profunda de membro superior.

Função

Drenagem venosa do membro superior, parede torácica lateral e região axilar

Onde fica e relações

Estende-se da borda inferior do redondo maior até a borda lateral da primeira costela, acompanhando a artéria axilar medialmente na bainha neurovascular axilar

  • Drenaveia braquial
  • Vizinhaplexo braquial (lateral e posterior à veia)
  • Vizinhaprimeira costela (limite superior)
Irrigação, drenagem e inervação
Drenagem
Continua como veia subclávia na borda lateral da primeira costela, que se une à veia jugular interna para formar a veia braquiocefálica
No exame físico
Palpação
Não palpável em condições normais, mas pode ser visualizada em indivíduos magros como depressão ou sulco na axila. Serve como via de acesso venoso central em situações de emergência.
Referência no exame
Localiza-se profundamente na axila, medialmente à artéria axilar e ao plexo braquial. Segue o trajeto da borda lateral do músculo peitoral maior até a primeira costela, onde se continua como veia subclávia. É referência importante para punção venosa central pela via axilar.
Na clínica
  • Trombose venosa profunda de membro superior (síndrome de Paget-Schroetter): esforço repetitivo ou compressão na síndrome do desfiladeiro torácico, causa edema e cianose do membro
  • Via de acesso venoso central: punção guiada por ultrassom para cateter central, com risco de punção arterial acidental da artéria axilar adjacente
  • Linfedema pós-mastectomia: dissecção linfonodal axilar pode comprometer drenagem linfática e venosa, causando edema crônico do membro
  • Lesão iatrogênica em cirurgia axilar: proximidade com artéria e plexo braquial exige cuidado em linfadenectomia e ressecção tumoral
Cai na prova
  • Formação: confluência das veias braquiais com a veia basílica na borda inferior do redondo maior
  • Continuação: torna-se veia subclávia na borda lateral da primeira costela
  • Relação com artéria axilar: a veia é MEDIAL à artéria na axila (pegadinha: inverter essa relação)
  • Tributárias principais: veia cefálica (desemboca na porção proximal), veia torácica lateral, veia subescapular
  • Trombose de esforço (Paget-Schroetter): atletas, movimentos repetitivos do braço, edema súbito e cianose
  • Acesso venoso central: alternativa à veia subclávia e jugular interna, guiado por ultrassom
Teste seu entendimento
  • Quais estruturas se unem para formar a veia axilar e onde isso ocorre?

  • Qual a relação topográfica entre a veia axilar e a artéria axilar na axila?

  • Onde termina a veia axilar e em que estrutura ela se continua?

  • Quais são as principais tributárias da veia axilar?

  • Qual a apresentação clínica clássica da trombose venosa profunda da veia axilar (síndrome de Paget-Schroetter)?

Não confunda

  • FMA22910

    A veia basílica é superficial no braço e se une às veias braquiais para FORMAR a veia axilar na borda inferior do redondo maior, enquanto a veia axilar é profunda e já está na axila.

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  • FMA4755

    A veia subclávia é a CONTINUAÇÃO da veia axilar a partir da borda lateral da primeira costela, localiza-se no trígono clavipeitoral e não na axila propriamente.

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  • FMA13326

    A veia cefálica é superficial no braço e antebraço, perfura a fáscia clavipeitoral e desemboca na porção proximal da veia axilar (não a forma), enquanto a veia axilar é profunda desde sua origem.

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Ontologia

BodyParts3D, CC BY 4.0