Atlas anatômico
2.234 peças, 1.658 estruturas, 15 sistemas. Procure pelo nome ou estude um sistema inteiro.
Veia cubital mediana esquerda
Left median cubital vein · FMA22965
Também chamada de: Veia mediana do cotovelo · Veia mediana cubital · Veia mediana basílica
Em 30 segundos
Alta relevânciaVeia superficial da fossa cubital que conecta a veia cefálica à veia basílica, formando um padrão em M ou N. É a veia de escolha para punção venosa e coleta de sangue por ser superficial, calibrosa e relativamente fixa. Sua anatomia variável é pegadinha clássica de prova.
Função
Drena sangue venoso superficial do antebraço e serve como anastomose entre os sistemas cefálico e basílico
Onde fica e relações
Irrigação, drenagem e inervação
- Drenagem
- Drena para a veia basílica (mais comum) ou para a veia cefálica, dependendo da variação anatômica; recebe tributárias da veia mediana do antebraço
No exame físico
- Palpação
- Visível e palpável na fossa cubital com o cotovelo estendido e antebraço supinado, especialmente após garroteamento ou exercício (ingurgitamento venoso)
- Referência no exame
- Ponto de referência para punção venosa: localizar na fossa cubital, entre as veias cefálica (lateral) e basílica (medial), anterior à prega do cotovelo
Na clínica
- Via de acesso preferencial para punção venosa, coleta de sangue e acesso venoso periférico por ser superficial, calibrosa e relativamente fixa pela aponeurose bicipital
- Risco de punção acidental da artéria braquial ou lesão do nervo mediano em técnica inadequada (punção muito profunda atravessando a aponeurose bicipital)
- Variações anatômicas frequentes (padrão em M, N ou ausência da veia) são pegadinha de prova e podem dificultar o acesso venoso
- Flebite iatrogênica comum após punções repetidas ou infusão de medicamentos irritantes
- Tromboflebite superficial pode ocorrer após trauma ou uso de drogas intravenosas
Cai na prova
- Anatomia variável: padrão em M (mais comum) vs. N vs. ausência da veia mediana cubital
- Relação com a aponeurose bicipital: a veia é superficial à aponeurose, que a separa da artéria braquial e nervo mediano (proteção relativa)
- Veia de escolha para punção venosa: mais calibrosa e fixa que a cefálica, menos dolorosa que a basílica
- Complicação de punção profunda: lesão de artéria braquial ou nervo mediano
- Drenagem: geralmente para a veia basílica (medial), mas pode drenar para a cefálica (lateral) dependendo da variação
Teste seu entendimento
Por que a veia cubital mediana é a veia de escolha para punção venosa?
Qual estrutura anatômica protege a artéria braquial e o nervo mediano durante punção da veia cubital mediana?
Descreva o padrão de drenagem mais comum da veia cubital mediana
Quais são as complicações de uma punção muito profunda da veia cubital mediana?
Qual é a principal variação anatômica da veia cubital mediana cobrada em provas?
Não confunda
FMA13326
A veia cefálica é lateral e ascende pelo lado radial do antebraço e braço; a cubital mediana é transversal na fossa cubital, conectando cefálica à basílica
FMA22910
A veia basílica é medial e ascende pelo lado ulnar do antebraço e braço; a cubital mediana drena para a basílica (ou cefálica) na fossa cubital
Veia mediana do antebraço esquerda
A veia mediana do antebraço ascende na linha média da face anterior do antebraço e drena para a cubital mediana (ou se bifurca em cefálica e basílica); a cubital mediana é transversal na fossa cubital
BodyParts3D, CC BY 4.0