Formação

Simulação clínica sequencialResidente

Tromboembolismo pulmonar: probabilidade pré-teste, diagnóstico e anticoagulação no paciente estável

Preparo

  • Filtro de veia cava inferior: indicação, retirada e a armadilha do filtro permanente esquecido
  • Farmacologia da hemostasia: anticoagulantes e antiagregantes
Paciente
Mulher, 63 anos
Comorbidades
câncer de mama em quimioterapia adjuvante ativa, artroplastia total de joelho direito há 3 semanas, obesidade grau I
Em uso de
esquema de quimioterapia adjuvante (agente não especificado), analgesia pós-operatória de rotina
Fatores de risco
cirurgia de grande porte e imobilização relativa nas últimas 4 semanas, neoplasia maligna em tratamento ativo, sedentarismo pós-operatório
Contexto: aposentada, mora com a filha, rede de apoio familiar presente, acompanhamento oncológico regular no mesmo serviço
Cenário
Pronto-socorro de hospital geral, com internação em enfermaria de clínica médica · avaliação de dispneia e dor torácica pleurítica aguda, com confirmação diagnóstica, tratamento e uma intercorrência hemorrágica durante a internaçãoRecursos disponíveis: escore de Wells calculável à beira do leito, D-dímero quantitativo (ELISA), angiotomografia de artérias pulmonares, heparina de baixo peso molecular e heparina não fracionada, anticoagulantes orais diretos, antagonista da vitamina K, endoscopia digestiva alta, avaliação para filtro de veia cava inferior
Complexidade
Gravidade 3/5Urgência 3/5Diagnóstico 4/5Ambiguidade 3/5
O que este caso treina
  • • Aplicar o escore de Wells por anamnese e exame dirigidos para estabelecer a probabilidade pré-teste de TEP antes de escolher o próximo exame, reconhecendo os limites de validade do PERC.
  • • Interpretar corretamente o D-dímero — incluindo o corte ajustado à idade — como teste de exclusão de alto valor preditivo negativo, nunca como teste confirmatório.
  • • Decidir o momento de iniciar anticoagulação empírica a partir da probabilidade clínica e da janela de tempo até a confirmação por imagem.
  • • Aplicar o sPESI para estratificar risco e decidir entre manejo ambulatorial e internação, reconhecendo que um único critério clínico (por exemplo, câncer ativo) pode retirar o paciente da faixa de baixo risco mesmo com sinais vitais normais.
  • • Selecionar o anticoagulante conforme função renal, presença de câncer e ocorrência de sangramento, e definir a duração do tratamento a partir do caráter provocado ou persistente do fator de risco.
Caso comentado

Treine explicando cada conduta

A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.

10 decisões comentadas~20–40 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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