Formação
CondutaResidente
Síndrome febril na criança: a idade e o aspecto decidem, não a altura da febre
Preparo
- Reconhecimento e manejo inicial dos tipos de choque
- Sepse e infecções graves na emergência
- Criança com alteração de consciência e emergências neurológicas
- Paciente
- Mulher, 1 anos
- Comorbidades
- previamente hígida, sem comorbidades conhecidas, nascida a termo, sem intercorrências neonatais
- Fatores de risco
- idade real 1 ano e 2 meses (14 meses) — o campo estruturado PatientProfile.age só admite anos completos; a idade em meses está registrada aqui e é repetida em todo prompt clínico, calendário vacinal incompleto: não recebeu os reforços de pneumocócica 10-valente e de meningocócica C, nem as doses de tríplice viral e febre amarela previstas para os 12 meses de idade, por mudança de cidade e dificuldade de acesso à UBS da nova área
- Cenário
- Emergência de hospital geral com atendimento pediátrico, laboratório de urgência 24h, kit de punção lombar disponível no local, e UTI pediátrica de hospital de referência a poucos minutos de transporte · atendimento de criança maior de 1 ano com febre sem foco aparente e calendário vacinal incompleto, evoluindo para suspeita de doença meningocócicaRecursos disponíveis: hemograma, PCR e hemocultura disponíveis em caráter de urgência, kit de punção lombar e análise básica de líquor disponíveis no local, antibióticos de amplo espectro disponíveis na farmácia da emergência, solução cristaloide para reposição volêmica disponível, UTI pediátrica de hospital de referência disponível para transferência urgente
- Complexidade
- Gravidade 5/5Urgência 5/5Diagnóstico 3/5Ambiguidade 3/5
- O que este caso treina
- • Reconhecer que aspecto interativo isolado (sorriso, choro consolável) não dispensa a checagem sistemática de sinais de emergência e de prioridade, e que a decisão de manejo não deve se basear apenas na altura da temperatura.
- • Explicar por que um calendário vacinal incompleto (faltando os reforços de pneumocócica e de meningocócica C) muda o limiar de investigação de uma criança febril sem foco aparente, mesmo com bom estado geral inicial.
- • Reconhecer letargia, rigidez de nuca e exantema petequial como sinais de alarme que exigem reclassificação imediata para emergência, sem aguardar confirmação laboratorial completa para agir.
- • Sequenciar corretamente a punção lombar e a antibioticoterapia empírica diante de suspeita de infecção do sistema nervoso central, sem atrasar uma pela outra além do estritamente necessário quando não há sinais de choque ou de hipertensão intracraniana.
- • Reconhecer sinais objetivos de choque (perfusão, pulso, pressão arterial para a idade) e conduzir a ressuscitação volêmica e o escalonamento para UTI pediátrica sem atraso, comunicando a gravidade real à família.
Treine explicando cada conduta
A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.
9 decisões comentadas~18–36 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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