Formação
Simulação clínica sequencialResidente
Reabilitação nutricional na anorexia nervosa: do aporte calórico inicial à transição segura de nível de cuidado
Preparo
- Síndrome de realimentação
- Correlação eletrocardiograma-fisiopatologia básica
- Distúrbios do cálcio, do magnésio e do fósforo
- Paciente
- Mulher, 16 anos
- Comorbidades
- anorexia nervosa restritiva, diagnostico ja estabelecido ha alguns meses
- Fatores de risco
- perda ponderal de aproximadamente 18% do peso corporal nos ultimos 4 meses, ingestao oral minima (abaixo de 500 kcal/dia) nas duas semanas anteriores a internacao, IMC de admissao 13,4 kg/m2 (peso 33,5 kg, altura 1,58 m)
- Cenário
- Enfermaria clinica com equipe multiprofissional de transtornos alimentares (nutrologia, psiquiatria, enfermagem, nutricao), para reabilitacao nutricional estruturada ao longo de cerca de 3 semanas · internacao eletiva para reabilitacao nutricional estruturada de anorexia nervosa restritiva, do aporte calorico inicial a alta com plano de transicaoRecursos disponíveis: equipe multiprofissional de transtornos alimentares (nutrologia, psiquiatria, enfermagem treinada em suporte de refeicoes, nutricao/dietista), monitorizacao cardiaca e ECG seriado disponiveis na internacao, exames laboratoriais seriados (eletrolitos, incluindo fosforo e magnesio), possibilidade de sonda nasogastrica e discussao com especialista em cardiologia quando indicado
- Complexidade
- Gravidade 4/5Urgência 3/5Diagnóstico 3/5Ambiguidade 4/5
- O que este caso treina
- • Classificar o risco de síndrome de realimentação e prescrever aporte calórico inicial e velocidade de progressão compatíveis com a evidência atual, evitando tanto a realimentação agressiva sem monitorização quanto a abordagem excessivamente conservadora.
- • Reconhecer uma queda precoce de fósforo durante a renutrição -- mesmo ainda dentro da faixa de referência -- como gatilho para manter o aporte calórico estático e suplementar, nunca para reduzi-lo ou ignorá-lo.
- • Definir e comunicar a meta de ganho ponderal semanal vinculada a um plano explícito de monitorização clínica e laboratorial.
- • Decidir sobre a escolha entre via oral, suplemento e sonda nasogástrica diante de ingestão persistentemente insuficiente, priorizando a abordagem colaborativa e reservando medidas compulsórias para risco de vida.
- • Manejar o sofrimento intenso associado ao ganho de peso sem ceder à renegociação do aporte calórico prescrito, e sustentar os critérios objetivos de alta e transição de nível de cuidado diante de pressão familiar.
Treine explicando cada conduta
A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.
9 decisões comentadas~18–36 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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