Formação
Simulação clínica sequencialResidente
Púrpura trombocitopênica imune na criança: da confirmação diagnóstica ao reconhecimento de que febre muda tudo
Preparo
- Eventos adversos, contraindicações e imunização de grupos especiais
- Choque séptico e sepse na criança
- Paciente
- Mulher, 4 anos
- Comorbidades
- nenhuma comorbidade conhecida; até então hígida
- Fatores de risco
- infecção viral de vias aéreas superiores há duas semanas, resolvida espontaneamente, vacinação em dia até a última consulta; ainda não recebeu a primeira dose da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), prevista para a próxima consulta de puericultura, frequenta a pré-escola
- Cenário
- Unidade Básica de Saúde com retaguarda de pronto atendimento pediátrico e hospital de referência com hematologia pediátrica · ambulatorial, com um episódio de reavaliação hospitalar urgente por febre e piora clínicaRecursos disponíveis: hemograma completo com contagem de plaquetas e revisão de esfregaço periférico disponíveis na própria unidade, prednisona oral disponível, imunoglobulina intravenosa (IVIG) disponível no hospital de referência, hemocultura e antibioticoterapia empírica intravenosa disponíveis no pronto atendimento pediátrico, hematologia pediátrica disponível para encaminhamento e seguimento ambulatorial, sala de vacinação com a vacina tríplice viral disponível no calendário do PNI, leito de observação pediátrica com monitorização disponível no hospital de referência
- Complexidade
- Gravidade 3/5Urgência 3/5Diagnóstico 3/5Ambiguidade 4/5
- O que este caso treina
- • Confirmar o diagnóstico de púrpura trombocitopênica imune pela revisão pessoal do esfregaço periférico, sem exigir mielograma de rotina num quadro clínico e laboratorial típico.
- • Decidir entre manejo ambulatorial e internação, e entre observação e tratamento farmacológico, guiando-se pelo sangramento apresentado e não pelo número absoluto de plaquetas.
- • Reconhecer que febre associada a letargia, púrpura piorando e enchimento capilar lentificado numa criança com plaquetopenia exige investigação de sepse, e não deve ser atribuída automaticamente a uma crise da própria doença de base.
- • Aplicar corretamente a dose e a duração do curso de corticoide na púrpura trombocitopênica imune com sangramento mucoso não potencialmente fatal.
- • Encaminhar adequadamente a púrpura trombocitopênica imune persistente ou recorrente para terapia de segunda linha, evitando tanto a repetição indefinida de corticoide quanto a esplenectomia precoce e desnecessária.
Treine explicando cada conduta
A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.
9 decisões comentadas~18–36 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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