Formação
Simulação clínica sequencialResidente
Prescrição, progressão e monitorização da nutrição enteral: do início adiado na ressuscitação à meta calórica alcançada com segurança
Preparo
- Síndrome de realimentação
- Complicações da terapia nutricional enteral
- Paciente
- Homem, 58 anos
- Comorbidades
- hipertensão arterial sistêmica controlada
- Em uso de
- losartana 50 mg/dia, noradrenalina em infusão contínua (dose variável ao longo do caso), sedoanalgesia para ventilação mecânica (dose variável ao longo do caso)
- Fatores de risco
- pneumonia comunitária grave evoluindo para choque séptico, ventilação mecânica invasiva
- Cenário
- unidade de terapia intensiva de hospital geral · acompanhamento nutrológico diário de paciente crítico em ventilação mecânica, do 1º ao 6º dia de internaçãoRecursos disponíveis: bomba de infusão de nutrição enteral e equipos exclusivos, sonda nasoenteral em posição gástrica, monitorização hemodinâmica contínua (pressão arterial, dose de droga vasoativa, lactato sérico), dosagem de eletrólitos séricos (fósforo, potássio, magnésio), eritromicina e metoclopramida intravenosas, acesso a nutrição parenteral central, se indicada
- Complexidade
- Gravidade 4/5Urgência 3/5Diagnóstico 2/5Ambiguidade 4/5
- O que este caso treina
- • Reconhecer os critérios clínicos para adiar o início da nutrição enteral na fase de ressuscitação volêmica e diante de droga vasoativa em dose ainda em ascensão.
- • Iniciar e progredir a nutrição enteral em dose trófica, com evolução cautelosa, em paciente recentemente instável hemodinamicamente, em vez de avançar diretamente para a taxa/meta plena.
- • Aplicar as medidas de prevenção de aspiração (elevação da cabeceira, escolha do método de infusão) proporcionalmente aos fatores de risco presentes no paciente sedado e intubado.
- • Interpretar o volume residual gástrico à luz da evidência atual — não suspender a dieta automaticamente para VRG isolado abaixo de 500 mL, mas intervir diante de sinais evidentes de intolerância gastrointestinal.
- • Manter a monitorização clínica e laboratorial (incluindo fósforo sérico) ao longo de toda a terapia nutricional do paciente crítico, independentemente de fatores clássicos de risco de síndrome de realimentação, e progredir a oferta calórica de forma escalonada.
Treine explicando cada conduta
A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.
9 decisões comentadas~18–36 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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