Formação

CondutaResidente

Pneumonia adquirida na comunidade e associada à assistência: da enfermaria ao choque séptico

Preparo

  • Sepse e infecções graves na emergência
  • Uso racional de antimicrobianos e manejo da resistência
Paciente
Homem, 74 anos
Comorbidades
hipertensão arterial sistêmica em uso de losartana, diabetes mellitus tipo 2 em uso de metformina, ex-tabagista (40 maços-ano, cessou há 5 anos)
Em uso de
losartana, metformina
Fatores de risco
idade ≥ 65 anos, diabetes mellitus tipo 2, tabagismo pregresso (40 maços-ano), internação hospitalar e uso de antibiótico parenteral nos últimos 90 dias (hemorragia digestiva alta há 6 semanas, tratada com ceftriaxona intravenosa por 5 dias)
Contexto: Viúvo, mora sozinho, aposentado, sem cuidador ou rede de apoio próxima. Foi trazido ao pronto-socorro por um vizinho que notou piora do estado geral.
Cenário
PS · emergênciaRecursos disponíveis: pronto-socorro com leitos de enfermaria e de UTI no mesmo hospital, radiografia de tórax, hemograma, função renal e eletrólitos, hemocultura e cultura/Gram de escarro, antibióticos de amplo espectro disponíveis (incluindo vancomicina, linezolida e betalactâmicos antipseudomonas), suporte com vasopressor e ventilação mecânica na UTI
Complexidade
Gravidade 4/5Urgência 4/5Diagnóstico 3/5Ambiguidade 3/5
O que este caso treina
  • • Reconhecer a síndrome clínica de pneumonia adquirida na comunidade e confirmá-la pela associação entre achados clínicos e o laudo radiológico, sem exigir tomografia de rotina.
  • • Estratificar a gravidade pelo CURB-65 e pelos critérios de PAC grave (ATS/IDSA), decidindo entre tratamento ambulatorial, internação em enfermaria e necessidade de UTI.
  • • Selecionar o esquema antibiótico empírico conforme a gravidade, reconhecendo os fatores de risco específicos para MRSA e Pseudomonas — evitando tanto a subcobertura quanto a ampliação indiscriminada baseada apenas em contato prévio com serviço de saúde.
  • • Reavaliar a resposta terapêutica, descalonando a cobertura ampliada quando as culturas forem negativas e definindo a transição para via oral e a duração total do tratamento.
Caso comentado

Treine explicando cada conduta

A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.

10 decisões comentadas~20–40 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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