Formação
Simulação clínica sequencialResidente
Parada cardiorrespiratória na criança: o corpo já avisou pela via aérea
Preparo
- Cuidados pós-parada cardiorrespiratória
- Arritmias com instabilidade, desfibrilação e cardioversão
- Corpo estranho em via aérea: reconhecimento e manejo de emergência
- Paciente
- Homem, 2 anos
- Fatores de risco
- previamente hígido, sem comorbidades conhecidas, engasgo com alimento sólido (uva) durante o almoço, testemunhado pelos pais, tentativas de golpes nas costas pelos pais sem sucesso, evoluindo para inconsciência, tempo estimado entre o engasgo e a chegada da equipe de emergência: cerca de 6 minutos
- Cenário
- Sala de emergência pediátrica, equipe completa presente (dois médicos, dois enfermeiros) · emergência — parada cardiorrespiratória por provável obstrução de via aérea por corpo estranhoRecursos disponíveis: monitor cardíaco e desfibrilador manual com pás/eletrodos pediátricos, material de via aérea (laringoscópio, cânulas orotraqueais de diversos números, material de aspiração), kit de acesso intraósseo e material de acesso venoso periférico, adrenalina diluída 1:10.000 e 1:1.000 disponíveis, capnógrafo, equipe treinada em Suporte Avançado de Vida em Pediatria
- Complexidade
- Gravidade 5/5Urgência 5/5Diagnóstico 2/5Ambiguidade 3/5
- O que este caso treina
- • Reconhecer parada cardiorrespiratória em criança sem prolongar a checagem de pulso além de 10 segundos, e iniciar compressões torácicas de alta qualidade imediatamente diante de pulso ausente ou duvidoso.
- • Manejar obstrução de via aérea por corpo estranho durante a reanimação removendo apenas o que estiver visível, em movimento de pinça, sem varredura digital às cegas.
- • Executar compressões torácicas com profundidade e frequência adequadas (100-120/min, cerca de um terço do diâmetro anteroposterior do tórax), ajustando a relação compressão-ventilação conforme o número de socorristas, e minimizando interrupções com revezamento programado do compressor.
- • Reconhecer atividade elétrica sem pulso como ritmo organizado ao monitor SEM pulso central palpável — não interrompendo compressões nem indicando choque com base apenas no traçado — e conduzir o suporte medicamentoso (via intraóssea, dose e diluição corretas de adrenalina, intervalo de redose) sem trocar pela dose reservada à via endotraqueal.
- • Aplicar a dose de desfibrilação ajustada ao peso (2-4 J/kg) diante de ritmo chocável, retomando as compressões imediatamente após o choque, e titular a oferta de oxigênio pós-retorno da circulação espontânea para evitar hiperóxia e hiperventilação de rotina.
Treine explicando cada conduta
A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.
12 decisões comentadas~24–48 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
Começar caso comentado