Formação
Simulação clínica sequencialMédico formado
Acompanhamento de longo prazo de transplante renal com piora progressiva da função do enxerto
Preparo
- Nefropatia por IgA: estratificação de risco de progressão e tratamento
- Nefropatia pelo poliomavírus BK: vigilância e redução guiada da imunossupressão
- Imunossupressão de indução e manutenção no pós-transplante renal
- Rejeição aguda celular e mediada por anticorpo: diagnóstico e tratamento
- Paciente
- feminino, 46 anos
- Comorbidades
- hipertensão arterial sistêmica, controlada, diabetes mellitus pós-transplante (NODAT) leve, controlada, episódio de viremia por BK aos 14 meses pós-transplante, tratado com redução de imunossupressão à época, com resolução documentada
- Em uso de
- tacrolimo (fase de manutenção tardia), micofenolato de mofetila (dose reduzida desde o episódio de viremia por BK), prednisona em baixa dose, losartana, metformina, estatina
- Fatores de risco
- nefropatia por IgA como doença renal de base
- Cenário
- Ambulatório de nefrologia/transplante renal, seguimento de longo prazo · Consulta de rotina que evolui para investigação de disfunção crônica do enxertoRecursos disponíveis: hemograma e bioquímica seriados, EAS com pesquisa de dismorfismo eritrocitário, proteinúria quantificada (relação proteína/creatinina urinária), sorologia anti-HLA (DSA), PCR quantitativo para poliomavírus BK (plasma e, se indicado, urina), nível sérico de tacrolimo, biópsia percutânea do enxerto com histologia, imunofluorescência, C4d e imuno-histoquímica para SV40, ajuste de imunossupressão
- Complexidade
- Gravidade 4/5Urgência 2/5Diagnóstico 5/5Ambiguidade 4/5
- O que este caso treina
- • Estruturar o diagnóstico diferencial de disfunção crônica do enxerto renal (rejeição mediada por anticorpo, nefrotoxicidade por inibidor de calcineurina, nefropatia por poliomavírus BK, recidiva de doença glomerular de base)
- • Sequenciar a investigação diagnóstica de disfunção crônica do enxerto, do achado laboratorial inicial ao diagnóstico definitivo, justificando cada etapa
- • Interpretar um resultado de biópsia do enxerto à luz de critérios diagnósticos formais, evitando concluir por achado isolado ou por dado sorológico não confirmado histologicamente
- • Avaliar o papel da adesão terapêutica e da trajetória de exposição ao inibidor de calcineurina na disfunção do enxerto
- • Conduzir uma conversa sobre prognóstico e adesão com uma paciente cuja doença de base pode influenciar o prognóstico do enxerto, sem culpabilização nem falsa garantia
Treine explicando cada conduta
A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.
12 decisões comentadas~24–48 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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