Formação
Simulação clínica sequencialResidente
Avaliação do candidato a transplante renal: risco cardiovascular e contraindicações
Preparo
- Farmacologia da hemostasia: anticoagulantes e antiagregantes
- Micobactérias e bactérias atípicas (tuberculose, hanseníase e afins)
- Neoplasia: nomenclatura, benigno versus maligno, gradação e estadiamento geral
- Paciente
- masculino, 58 anos
- Comorbidades
- doença renal crônica estágio 5 pré-dialítica (nefroesclerose hipertensiva), TFGe ~11 ml/min/1,73m², diabetes mellitus tipo 2 há 12 anos, hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia, ex-tabagista, 30 maços-ano, cessou há 5 anos, sobrepeso (IMC 29 kg/m²)
- Em uso de
- IECA/BRA ajustado à função renal, estatina, insulina basal associada a hipoglicemiante oral ajustado à TFG, eritropoietina
- Fatores de risco
- diabetes mellitus de longa data, ex-tabagismo pesado (30 maços-ano), hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia, doença renal crônica avançada
- Cenário
- Ambulatório de transplante renal — avaliação eletiva multiprofissional, longitudinal (semanas a meses) · ambulatorial eletivo, multiconsulta longitudinalRecursos disponíveis: laboratório clínico completo, teste funcional cardíaco não invasivo (ecocardiograma de estresse ou cintilografia miocárdica), cinecoronariografia, colonoscopia e rastreio oncológico por idade/sexo, sorologias e rastreio infeccioso (incluindo IGRA/PPD), equipe multidisciplinar de transplante (nefrologia, cardiologia, oncologia, cirurgia vascular, serviço social, psicologia)
- Complexidade
- Gravidade 3/5Urgência 2/5Diagnóstico 4/5Ambiguidade 4/5
- O que este caso treina
- • Conduzir a avaliação pré-transplante renal de forma proporcional ao risco individual do candidato, evitando tanto a omissão quanto o excesso de exames
- • Diferenciar contraindicações absolutas de relativas ao transplante renal diante de achados intercorrentes cardiovasculares, oncológicos, infecciosos e vasculares
- • Aplicar o intervalo livre de doença oncológica por tipo e estádio antes de finalizar a candidatura ao transplante
- • Reconhecer quando o transplante preemptivo é a conduta indicada e sustentá-la perante o paciente e o doador vivo
- • Integrar achados de múltiplos domínios clínicos na decisão final de elegibilidade, comunicando-a com transparência à equipe, ao paciente e ao doador
Treine explicando cada conduta
A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.
12 decisões comentadas~24–48 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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