Formação
Simulação clínica sequencialResidente
Hipoglicemia neonatal: do rastreio no filho de mãe diabética à suspeita de hiperinsulinismo
Preparo
- Hipoglicemia em não diabético: algoritmo diagnóstico (jejum prolongado, insulina, peptídeo C)
- Paciente
- Mulher, 0 anos
- Fatores de risco
- recém-nascida a termo, 38 semanas de idade gestacional, filha de mãe com diabetes gestacional em uso de insulina, com controle glicêmico irregular no 3º trimestre, grande para a idade gestacional (GIG): peso ao nascer 4180 g, parto vaginal sem intercorrências agudas; Apgar 9/9
- Cenário
- Alojamento conjunto e, quando necessário, unidade de cuidados intermediários neonatais de maternidade de risco habitual, com suporte laboratorial disponível · rastreio e manejo de hipoglicemia neonatal transicional em recém-nascida de risco (filha de mãe diabética, GIG), evoluindo para suspeita de hipoglicemia persistente e hiperinsulinismoRecursos disponíveis: equipe de enfermagem neonatal e pediatra plantonista, glicosímetro à beira do leito e laboratório central para glicemia plasmática, cálcio, hematócrito e painel metabólico ampliado (insulina, cortisol, GH, beta-hidroxibutirato, ácidos graxos livres, C-peptídeo), acesso venoso periférico, com bomba de infusão contínua de glicose, gel bucal de dextrose 40%, leito de cuidados intermediários neonatais disponível, interconsulta com endocrinologia pediátrica disponível por telemedicina
- Complexidade
- Gravidade 3/5Urgência 4/5Diagnóstico 4/5Ambiguidade 3/5
- O que este caso treina
- • Reconhecer os grupos de risco para hipoglicemia neonatal (filho de mãe diabética, grande para a idade gestacional) e iniciar rastreio sistemático de glicemia independentemente de sintomas, junto com a vigilância de hipocalcemia e policitemia no mesmo grupo de risco.
- • Diferenciar a conduta correta conforme o valor da glicemia e a presença de sintomas: mamada e reavaliação seriada para valores limítrofes assintomáticos, correção intravenosa imediata para hipoglicemia sintomática.
- • Ajustar a taxa de infusão de glicose ao contexto clínico — incluindo a taxa inicial reduzida específica do filho de mãe diabética — e reconhecer o escalonamento progressivo da necessidade de infusão como sinal de alerta, não como etapa esperada do protocolo.
- • Aplicar os critérios que distinguem hipoglicemia transicional de hipoglicemia PERSISTENTE (além de 48 horas de vida), evitando alta hospitalar prematura, e colher a amostra crítica no momento certo, antes de corrigir a glicemia.
- • Comunicar-se com a família sobre uma suspeita diagnóstica endócrina ainda em investigação, sem minimizar a gravidade nem comprometer a continuidade do cuidado já indicado.
Treine explicando cada conduta
A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.
10 decisões comentadas~20–40 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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