Formação
Raciocínio diagnósticoResidente
Fobia social e fobias específicas: o contador que não consegue apresentar em reunião
Preparo
- Transtorno do espectro autista: reconhecimento e manejo psiquiátrico
- Transtorno por uso de álcool: rastreamento e diagnóstico
- Transtornos de personalidade dos clusters A e C
- Paciente
- Homem, 24 anos
- Comorbidades
- nenhuma comorbidade psiquiátrica ou clínica diagnosticada até o momento, padrão de uso de álcool (uísque) antes de eventos sociais do trabalho há cerca de 3 anos, ainda sem diagnóstico de transtorno por uso de álcool investigado
- Fatores de risco
- início dos sintomas na adolescência, após um episódio específico de humilhação em uma apresentação escolar, uso de álcool como estratégia de enfrentamento social, fator de risco documentado para dependência em pacientes com transtorno de ansiedade social, pressão ocupacional nova (proposta de promoção que exige apresentações regulares à diretoria)
- Cenário
- ambulatório de psiquiatria, primeira consulta · consulta ambulatorial eletivaRecursos disponíveis: escalas de rastreio de ansiedade (não substituem a entrevista clínica estruturada), encaminhamento para terapia cognitivo-comportamental (TCC) com exposição gradual, psicofármacos disponíveis: ISRS (escitalopram, sertraline, paroxetina), IRSN (venlafaxina), benzodiazepínicos, betabloqueador (propranolol), discussão de caso com preceptor disponível entre consultas
- Complexidade
- Gravidade 2/5Urgência 1/5Diagnóstico 3/5Ambiguidade 3/5
- O que este caso treina
- • Diagnosticar transtorno de ansiedade social (fobia social) distinguindo-o de transtorno de personalidade esquiva e de transtorno do espectro autista no adulto, usando os critérios do DSM-5
- • Reconhecer o álcool como estratégia de automedicação social no transtorno de ansiedade social e seu risco documentado de evoluir para dependência
- • Indicar um plano terapêutico inicial com ISRS associado a exposição gradual, evitando benzodiazepínico de uso diário e evitando betabloqueador contínuo como monoterapia
- • Orientar o paciente sobre os riscos do uso de álcool como estratégia de enfrentamento social, sem reforçar a evitação nem validar a automedicação
Treine explicando cada conduta
A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.
3 decisões comentadas~6–12 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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