Formação

CondutaResidente

Sr. Adalberto em casa: qual modalidade, e quem pode aplicar o quê

Preparo

  • Classificacao NPUAP/EPUAP de lesoes por pressao
Paciente
Homem, 74 anos
Comorbidades
sequela de AVC isquêmico há 2 meses, com hemiparesia à esquerda, disfagia leve, atualmente controlada com dieta pastosa por via oral, sem necessidade de sonda, hipertensão arterial sistêmica em tratamento prévio ao AVC, mobilidade muito reduzida, permanece a maior parte do dia no leito, ainda sem cadeira de rodas adaptada
Em uso de
losartana 50 mg/dia, em uso desde antes do AVC, AAS 100 mg/dia, atorvastatina 20 mg/dia
Fatores de risco
lesão por pressão em região sacral, em estágio inicial, em paciente acamado a maior parte do tempo, cuidadora aplicando diclofenaco intramuscular por conta própria, sem orientação nem prescrição da equipe, para dor lombar crônica, residência de cômodo único onde fica o leito, com pouco espaço para adaptações
Contexto: Mora com a filha Marta, cuidadora principal, que trabalha meio período fora de casa. A residência tem água encanada e energia elétrica, mas é um cômodo pequeno compartilhado, onde o leito dele fica desde a alta hospitalar.
Cenário
domicílio do paciente, na área de abrangência da equipe de Saúde da Família · visita domiciliar de avaliação para atenção domiciliarRecursos disponíveis: equipe de Saúde da Família (eSF) de referência, com agenda de visitas domiciliares, Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) do município, com Equipe Multiprofissional de Atenção Domiciliar (Emad) e Equipe Multiprofissional de Apoio (Emap) para as modalidades AD2/AD3, kit de curativos e materiais básicos de enfermagem na maleta da eSF, prontuário eletrônico compartilhado entre a eSF e o SAD, Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e Samu disponíveis para casos de agravamento
Complexidade
Gravidade 3/5Urgência 3/5Diagnóstico 2/5Ambiguidade 3/5
O que este caso treina
  • • Classificar corretamente a modalidade de atenção domiciliar (AD1 vs. AD2/AD3) a partir do perfil clínico e administrativo do paciente, sem subutilizar nem sobrecarregar a equipe especializada de atenção domiciliar
  • • Reconhecer que a administração de medicação por via parenteral no domicílio exige profissional de saúde, e nunca delegar essa tarefa a um cuidador leigo sem prescrição e supervisão formal
  • • Organizar um plano de cuidados domiciliares que combine prevenção de lesão por pressão, protocolo de curativo e sinais de alerta explícitos para a família
  • • Reconhecer sinais de deterioração sistêmica num paciente acamado em atenção domiciliar (taquicardia, taquipneia, alteração aguda do estado mental, febre) e decidir encaminhamento urgente em vez de manejo domiciliar de rotina
Caso comentado

Treine explicando cada conduta

A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.

3 decisões comentadas~6–12 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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