Formação
CondutaResidente
Planejamento pré-dialítico na doença renal crônica progressiva
Preparo
- Seleção compartilhada de modalidade: hemodiálise versus diálise peritoneal
- Avaliação do doador vivo e critérios de doador falecido
- Complicações do acesso vascular para hemodiálise: estenose, trombose e infecção
- Planejamento de acesso vascular: fístula arteriovenosa versus cateter de longa permanência
- Vasos do membro superior: pulsos, acesso venoso e fístula de diálise
- Paciente
- Homem, 58 anos
- Comorbidades
- diabetes mellitus tipo 2 há 15 anos, com nefropatia diabética, hipertensão arterial sistêmica, obesidade grau I
- Em uso de
- losartana em dose otimizada, dapagliflozina, insulina basal-bolus, estatina
- Fatores de risco
- doença renal crônica em progressão documentada (nefropatia diabética), irmã de 55 anos, tipo sanguíneo compatível, disposta a doar um rim, trabalho híbrido de contador, mora a 90 minutos do centro de referência
- Cenário
- ambulatório de nefrologia de centro de referência · seguimento longitudinal de aproximadamente 13 meses, com uma internação intercorrente por pneumonia comunitária (~10 dias, antibioticoterapia endovenosa)Recursos disponíveis: cirurgia vascular parceira para confecção e revisão de acessos, programa de transplante renal com avaliação de doador vivo, enfermagem com treinamento em diálise peritoneal, unidade de hemodiálise de referência, ultrassonografia com Doppler para avaliação de maturação de acesso
- Complexidade
- Gravidade 3/5Urgência 3/5Diagnóstico 2/5Ambiguidade 4/5
- O que este caso treina
- • Diferenciar indicação de início de terapia renal substitutiva guiada por sintomas urêmicos e trajetória clínica de indicação guiada por um corte isolado de TFGe.
- • Coordenar encaminhamento antecipado para confecção de acesso vascular com antecedência suficiente para maturação, evitando início não planejado por cateter de urgência.
- • Aplicar preservação vascular no membro reservado para acesso futuro durante intercorrências clínicas que exijam acesso venoso.
- • Conduzir discussão compartilhada de modalidade de terapia renal substitutiva, incorporando contexto social e familiar, mantendo sempre um plano de acesso mesmo diante de um transplante preemptivo em avaliação.
- • Reconhecer a transição de planejamento eletivo para indicação ativa de terapia renal substitutiva sem convergir para um início não planejado.
Treine explicando cada conduta
A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.
15 decisões comentadas~30–60 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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