Formação
Simulação clínica sequencialResidente
Terapia nutricional na doença renal crônica e na diálise: do aporte proteico pré-dialítico ao escalonamento da terapia nutricional na desnutrição associada à hemodiálise
- Paciente
- Homem, 61 anos
- Comorbidades
- doenca renal cronica por nefroesclerose hipertensiva e nefropatia diabetica, estagio G4 (TFGe ~22 mL/min/1,73m2) no inicio do caso, evoluindo para G5 dialitico, diabetes mellitus tipo 2 de longa data, controle glicemico subotimo, hipertensao arterial sistemica de longa data
- Em uso de
- losartana 100 mg/dia, anlodipino 10 mg/dia, insulina NPH e regular (metformina suspensa pela funcao renal reduzida)
- Fatores de risco
- diabetes mellitus de longa data com nefropatia diabetica estabelecida, hipertensao mal controlada por anos antes do diagnostico de DRC, risco nutricional aumentado pela combinacao de diabetes e doenca renal cronica avancada
- Cenário
- Ambulatorio de nefrologia/nutrologia na fase pre-dialitica, evoluindo para clinica de hemodialise ambulatorial cronica · acompanhamento ambulatorial de doenca renal cronica estagio G4, evoluindo para hemodialise cronica trissemanal por fistula arteriovenosa, ao longo de aproximadamente um anoRecursos disponíveis: equipe multiprofissional de terapia nutricional da clinica de dialise, exames laboratoriais seriados (funcao renal, eletrolitos, marcadores nutricionais), suplementos nutricionais orais (SNO) padrao e especializados para doenca renal, possibilidade de suplemento nutricional oral intradialitico e de nutricao parenteral intradialitica (NPID), avaliacao subjetiva global (SGA) e dinamometria disponiveis na clinica
- Complexidade
- Gravidade 3/5Urgência 2/5Diagnóstico 3/5Ambiguidade 3/5
- O que este caso treina
- • Diferenciar a meta proteica na DRC pré-dialítica (0,6-0,8 g/kg/dia) da meta em diálise (1,2 g/kg/dia), reconhecendo que manter a restrição pré-dialítica após iniciar diálise expõe a desnutrição.
- • Reconhecer que a dieta hipoproteica com cetoanálogos (0,3-0,4 g/kg/dia) é reservada a pacientes não diabéticos, metabolicamente estáveis e sem risco nutricional.
- • Priorizar a redução de fósforo proveniente de aditivos/alimentos processados e a escolha de fontes com baixa relação fósforo/proteína, em vez de restringir indiscriminadamente alimentos proteicos.
- • Individualizar a restrição de potássio conforme os níveis séricos, evitando tanto a restrição desnecessária de frutas/hortaliças quanto a negligência de hipercalemia confirmada.
- • Diagnosticar desnutrição energético-proteica por múltiplos indicadores (perda de peso, ingestão, força muscular) e escalonar a terapia nutricional (aconselhamento → SNO → SNO intradialítico → NPID) conforme a resposta.
Treine explicando cada conduta
A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.
9 decisões comentadas~18–36 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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