Formação
Simulação clínica sequencialResidente
Distócias e parto instrumentalizado: da parada de fase ativa à decisão de via de parto
Preparo
- Diagnóstico e fases clínicas do trabalho de parto
- Lacerações perineais e episiotomia
- Paciente
- Mulher, 27 anos
- Gestante
- Fatores de risco
- primigesta (nuliparidade), idade gestacional de 39 semanas e 1 dia, sem analgesia neuroaxial (peridural) — optou por manejo não farmacológico da dor, bolsa rota há 5 horas
- Cenário
- centro obstétrico hospitalar, com sala cirúrgica de cesárea de urgência no mesmo andar · trabalho de parto ativo com evolução para o segundo estágio e decisão de via de partoRecursos disponíveis: cardiotocografia contínua, tocometria externa e cateter de pressão intrauterina (IUPC) para medida de UM, bomba de infusão de ocitocina, fórceps e vácuo-extrator disponíveis, com equipe treinada nos dois instrumentos, sala cirúrgica de cesárea de urgência no mesmo andar, equipe de reanimação neonatal disponível
- Complexidade
- Gravidade 3/5Urgência 4/5Diagnóstico 3/5Ambiguidade 3/5
- O que este caso treina
- • Reconhecer os critérios diagnósticos de parada da fase ativa do trabalho de parto (tempo E adequação da atividade uterina, incluindo o alvo de 200-250 Unidades Montevidéu), evitando cesariana antes de otimizar a dinâmica uterina.
- • Reconhecer os critérios de parada do segundo estágio do trabalho de parto por paridade e uso de analgesia neuroaxial, indicando tentativa de parto instrumentalizado apenas quando os pré-requisitos de segurança (dilatação completa, encaixe, posição conhecida, bacia adequada, anestesia, consentimento, plano de reserva) estiverem satisfeitos.
- • Escolher entre fórceps e vácuo-extrator considerando o perfil comparado de risco materno e neonatal, evitando o uso sequencial dos dois instrumentos na mesma tentativa.
- • Reconhecer os critérios de abandono de uma tentativa de parto instrumentalizado (ausência de descida progressiva, número de trações e tempo de aplicação) e as manobras que devem ser evitadas durante a tração.
- • Reconhecer e investigar complicações maternas (lesão de esfíncter anal) e neonatais (sinais neurológicos sugestivos de hemorragia intracraniana) associadas ao parto instrumentalizado, e orientar a família sobre sinais de alerta após a alta.
Treine explicando cada conduta
A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.
9 decisões comentadas~18–36 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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