Formação
Simulação clínica sequencialResidente
Disfagia e segurança da via oral após AVC: do rastreio à beira do leito à conversa de objetivos de cuidado na aspiração recorrente
Preparo
- Comunicação de más notícias e definição de metas de cuidado
- Rastreio de disfagia orofaringea no idoso hospitalizado
- Paciente
- Homem, 78 anos
- Comorbidades
- acidente vascular cerebral isquemico agudo de arteria cerebral media esquerda, com disartria moderada e hemiparesia direita, hipertensao arterial sistemica de longa data, fibrilacao atrial paroxistica em anticoagulacao oral previa
- Em uso de
- anlodipino 5 mg/dia, varfarina (em reavaliacao pela neurologia apos o evento agudo), sinvastatina 40 mg/dia
- Fatores de risco
- idade avancada, AVC agudo de territorio extenso com disartria e hemiparesia, disfagia orofaringea de instalacao aguda
- Cenário
- Enfermaria de neurologia/clinica medica em hospital geral, evoluindo para acompanhamento ambulatorial e domiciliar apos a alta · avaliacao e manejo nutrologico da disfagia orofaringea apos AVC isquemico agudo, ao longo de aproximadamente dois mesesRecursos disponíveis: equipe de fonoaudiologia hospitalar para avaliacao clinica e instrumental da deglutido (videofluoroscopia/avaliacao endoscopica), dietas de consistencia modificada e espessantes conforme estrutura padronizada de niveis de textura, suplementos nutricionais orais, possibilidade de sonda nasoenteral para suporte nutricional temporario, equipe multiprofissional de terapia nutricional
- Complexidade
- Gravidade 3/5Urgência 3/5Diagnóstico 3/5Ambiguidade 3/5
- O que este caso treina
- • Reconhecer que o rastreio de disfagia deve preceder qualquer oferta de dieta, líquidos ou medicações por via oral após um AVC agudo, independentemente do nível de alerta do paciente.
- • Prescrever modificação de consistência de alimentos e líquidos conforme uma estrutura padronizada de níveis de textura, evitando tanto a liberação indiscriminada quanto a suspensão desnecessária da via oral.
- • Aplicar posicionamento e manobras protetoras (postura ereta, flexão do queixo) durante a alimentação de pacientes com disfagia.
- • Reconhecer que a ausência de tosse não descarta aspiração silenciosa, e solicitar avaliação instrumental da deglutição quando há suspeita clínica.
- • Basear qualquer avanço de consistência em reavaliação fonoaudiológica formal, e incorporar objetivos de cuidado e prognóstico antes de escalonar para via enteral definitiva diante de aspiração recorrente.
Treine explicando cada conduta
A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.
9 decisões comentadas~18–36 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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