Formação
Simulação clínica sequencialResidente
Trabalho de parto: diagnosticar a fase certa antes de intervir, do acolhimento ao nascimento
Preparo
- Puerpério normal e complicações comuns
- Monitorização da vitalidade fetal intraparto
- Paciente
- Mulher, 26 anos
- Gestante
- Em uso de
- sulfato ferroso profilático
- Fatores de risco
- nuliparidade
- Cenário
- maternidade de risco habitual, com sala de pré-parto, partograma, ausculta intermitente e cardiotocografia contínua disponíveis, bloco cirúrgico e banco de sangue de prontidão · admissão em trabalho de parto com acompanhamento evolutivo até o nascimentoRecursos disponíveis: ausculta intermitente e cardiotocografia contínua, partograma, ocitocina e bomba de infusão, amniótomo, analgesia peridural, sala de parto vaginal e bloco cirúrgico para cesariana, acompanhante de escolha em tempo integral
- Complexidade
- Gravidade 3/5Urgência 3/5Diagnóstico 3/5Ambiguidade 4/5
- O que este caso treina
- • Diagnosticar corretamente o trabalho de parto verdadeiro (contrações regulares associadas a modificação cervical progressiva), distinguindo-o do falso trabalho de parto, e reconhecer as fases latente (até 5-6 cm) e ativa (a partir de 6 cm) do primeiro estágio.
- • Aplicar as boas práticas de assistência ao parto na fase latente — mobilidade e posição verticalizada, acompanhante de escolha em tempo integral, métodos não farmacológicos de alívio da dor — evitando intervenções precoces sem indicação (amniotomia de rotina, ocitocina precoce) que expõem a gestante a uma cascata de intervenções desnecessárias.
- • Reconhecer que uma taxa de dilatação cervical mais lenta que 1 cm/hora, isoladamente, não é indicação de intervenção obstétrica, reavaliando o padrão contrátil e excluindo desproporção céfalo-pélvica antes de indicar ocitocina ou cesariana.
- • Diagnosticar a parada de progressão da fase ativa apenas quando os critérios objetivos forem preenchidos (dilatação ≥6 cm, bolsa rota, ausência de mudança cervical por pelo menos 4 horas com contrações adequadas ou 6 horas com contrações inadequadas apesar de ocitocina), e reconhecer e manejar a hiperestimulação uterina por ocitocina (redução da infusão, medidas de reanimação intrauterina).
- • Manejar o segundo estágio do trabalho de parto (descida passiva sob analgesia peridural, limiar de duração para nulíparas) e os cuidados imediatos ao nascimento (ocitocina profilática após o desprendimento do ombro anterior, clampeamento tardio do cordão), comunicando à puérpera, em linguagem acessível, o raciocínio por trás da conduta expectante e os sinais de alerta do puerpério imediato.
Treine explicando cada conduta
A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.
10 decisões comentadas~20–40 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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