Formação

Decisão clínicaResidente

Marisa, a colega com câncer de tireoide e a mãe que sempre fez mamografia

Preparo

  • Epidemiologia clínica aplicada à decisão na APS
  • Prevenção quaternária, sobrediagnóstico e sobretratamento
Paciente
Mulher, 45 anos
Fatores de risco
colega de trabalho diagnosticada recentemente com câncer de tireoide — gatilho emocional direto do pedido de rastreio desta consulta
Contexto: secretária, cuidadora principal da mãe (Dona Zilma, 84 anos, demência avançada e dependência total), acompanhada regularmente na mesma UBS
Cenário
UBS — consulta de rotina · consulta ambulatorial de atenção primária, paciente hígida e conhecida do serviçoRecursos disponíveis: prontuário eletrônico com histórico da paciente e de familiares acompanhados na mesma UBS, exames de imagem mediante solicitação justificada, equipe de referência que acompanha Dona Zilma (mãe da paciente) em cuidados de longa duração
Complexidade
Gravidade 1/5Urgência 1/5Diagnóstico 2/5Ambiguidade 4/5
O que este caso treina
  • • Aplicar critérios de rastreamento a uma demanda individual concreta, em vez de decidir pelo medo do paciente.
  • • Distinguir rastreio populacional de investigação de sintoma já presente.
  • • Interromper rastreio quando a expectativa de vida não alcança o tempo até o benefício esperado do exame.
Caso comentado

Treine explicando cada conduta

A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.

3 decisões comentadas~6–12 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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