Formação
Decisão clínicaResidente
Marisa, a colega com câncer de tireoide e a mãe que sempre fez mamografia
Preparo
- Epidemiologia clínica aplicada à decisão na APS
- Prevenção quaternária, sobrediagnóstico e sobretratamento
- Paciente
- Mulher, 45 anos
- Fatores de risco
- colega de trabalho diagnosticada recentemente com câncer de tireoide — gatilho emocional direto do pedido de rastreio desta consulta
- Cenário
- UBS — consulta de rotina · consulta ambulatorial de atenção primária, paciente hígida e conhecida do serviçoRecursos disponíveis: prontuário eletrônico com histórico da paciente e de familiares acompanhados na mesma UBS, exames de imagem mediante solicitação justificada, equipe de referência que acompanha Dona Zilma (mãe da paciente) em cuidados de longa duração
- Complexidade
- Gravidade 1/5Urgência 1/5Diagnóstico 2/5Ambiguidade 4/5
- O que este caso treina
- • Aplicar critérios de rastreamento a uma demanda individual concreta, em vez de decidir pelo medo do paciente.
- • Distinguir rastreio populacional de investigação de sintoma já presente.
- • Interromper rastreio quando a expectativa de vida não alcança o tempo até o benefício esperado do exame.
Treine explicando cada conduta
A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.
3 decisões comentadas~6–12 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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