Formação
Simulação clínica sequencialResidente
Crise febril e epilepsias da infância: da crise simples ao limiar da emergência
Preparo
- Crise convulsiva e estado de mal epiléptico
- Meningites e infecções do sistema nervoso central
- Paciente
- Homem, 0 anos
- Fatores de risco
- idade cronológica de 10 meses (lactente) — dentro da faixa etária esperada para crise febril (6 a 60 meses), mas ainda no intervalo em que a diretriz reserva a punção lombar como opção adicional (6 a 12 meses), esquema vacinal incompleto: dose de reforço da vacina pneumocócica conjugada em atraso há cerca de um mês, segundo a mãe, sem comorbidades, sem antecedente pessoal ou familiar conhecido de crise afebril ou epilepsia até o momento da história, sem uso de antibiótico nos dias anteriores à crise, quadro de coriza/obstrução nasal leve desde o dia anterior, sugerindo infecção viral de vias aéreas superiores como provável foco da febre
- Cenário
- Unidade de Pronto Atendimento (UPA) pediátrica, sala de observação · avaliação de emergência após primeira crise convulsiva febril em lactenteRecursos disponíveis: exame físico completo e monitorização contínua em leito de observação pediátrica, caderneta de vacinação trazida pela mãe, kit de medicação de resgate para crise convulsiva prolongada, conforme protocolo do serviço, retaguarda de neuropediatria acionável por telefone/encaminhamento, acesso a punção lombar e a exames de imagem/EEG mediante solicitação, sem execução imediata no próprio serviço
- Complexidade
- Gravidade 4/5Urgência 4/5Diagnóstico 3/5Ambiguidade 3/5
- O que este caso treina
- • Classificar a crise febril como simples ou complexa a partir da anamnese dirigida (duração, lateralidade, recorrência), reconhecendo quando a apresentação foge do padrão benigno esperado.
- • Reconhecer, ao exame físico, os sinais que mudariam a conduta (nível de consciência, sinais meníngeos, fontanela) antes de tranquilizar a família.
- • Decidir a indicação de punção lombar, eletroencefalograma e neuroimagem na crise febril simples versus complexa, evitando tanto a investigação desnecessária quanto a omissão de uma investigação indicada.
- • Reconhecer o limiar de duração que transforma uma crise convulsiva em emergência e tratá-la prontamente, sem aguardar resolução espontânea.
- • Orientar a família sobre primeiros socorros em casa, o papel e os limites do antitérmico, o risco real de recorrência e de epilepsia, e a ausência de indicação de profilaxia anticonvulsivante contínua na crise febril.
Treine explicando cada conduta
A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.
9 decisões comentadas~18–36 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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