Formação
Simulação clínica sequencialResidente
Avaliação do nódulo mamário: quando a imagem tranquiliza mas a clínica não
Preparo
- Técnica de biópsia mamária guiada por imagem e concordância radiopatológica
- Categorização BI-RADS e conduta radiológica por categoria
- Paciente
- Mulher, 42 anos
- Fatores de risco
- mãe diagnosticada com câncer de mama aos 58 anos, menarca aos 11 anos, nuligesta
- Cenário
- ambulatório de mastologia/ginecologia · consulta inicial com retornos programados ao longo de mesesRecursos disponíveis: mamografia bilateral, ultrassonografia mamária, ressonância magnética de mamas (acesso restrito, indicação criteriosa), biópsia percutânea por agulha grossa guiada por imagem, punção aspirativa por agulha fina, biópsia cirúrgica (excisional), anatomopatológico
- Complexidade
- Gravidade 3/5Urgência 2/5Diagnóstico 4/5Ambiguidade 4/5
- O que este caso treina
- • Realizar exame clínico dirigido do nódulo mamário palpável, reconhecendo características que aumentam a suspeição de malignidade (endurecido, fixo a planos profundos, contornos irregulares), e nunca liberar com "observação" um nódulo com essas características sem encaminhamento para exame de imagem.
- • Selecionar o exame de imagem apropriado à idade da paciente -- ultrassonografia isolada é preferida abaixo de 30 anos; mamografia associada à ultrassonografia é a combinação apropriada a partir dos 40 anos -- e aplicar a classificação BI-RADS (0 a 6) para orientar a conduta em cada categoria.
- • Reconhecer que a discordância entre um exame clínico suspeito e uma imagem classificada como provavelmente benigna (BI-RADS 3) exige biópsia, e que a suspeição clínica nunca deve ser afastada só porque a imagem "tranquilizou".
- • Indicar biópsia percutânea por agulha grossa guiada por imagem como método preferencial de amostragem tecidual para nódulo suspeito, e diferenciar a conduta apropriada para achados tipicamente benignos (fibroadenoma, cisto complicado) da conduta para achados que aumentam a probabilidade de malignidade (cisto complexo com componente sólido).
- • Nunca atribuir um achado cístico ou nodular a causa hormonal/funcional benigna sem investigação adequada apenas por semelhança com achados benignos prévios na mesma paciente, especialmente diante de características de imagem que aumentam a probabilidade de malignidade.
Treine explicando cada conduta
A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.
9 decisões comentadas~18–36 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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