Formação
Simulação clínica sequencialResidente
Avaliação inicial do politraumatizado: mecanismo, resposta à ressuscitação e a prioridade entre fontes concorrentes de hemorragia
Preparo
- Limitações do FAST para o radiologista e correlação com tomografia subsequente
- Avaliação primária sistematizada (ABCDE)
- Hemostasia e terapia transfusional
- Paciente
- Homem, 27 anos
- Fatores de risco
- mecanismo de trauma de alta energia (colisão de motocicleta contra ônibus urbano a aproximadamente 60 km/h, com ejeção e arremesso de cerca de 8 metros), uso de capacete — reduz o risco de trauma cranioencefálico grave, mas não protege tronco nem pelve
- Cenário
- Sala de emergência/trauma de hospital terciário, com FAST à beira-leito, radiografia portátil, tomografia com contraste, banco de sangue com protocolo de transfusão maciça, radiologia intervencionista, apoio de ortopedia e centro cirúrgico de urgência 24h · atendimento inicial de politraumatismo por mecanismo de alta energiaRecursos disponíveis: FAST/E-FAST à beira-leito, radiografia portátil de tórax e de pelve, tomografia computadorizada com contraste, protocolo de transfusão maciça e banco de sangue, cinta pélvica e fixador externo, radiologia intervencionista para angioembolização, apoio de ortopedia 24h, centro cirúrgico de urgência 24h e unidade de terapia intensiva
- Complexidade
- Gravidade 5/5Urgência 5/5Diagnóstico 3/5Ambiguidade 4/5
- O que este caso treina
- • Correlacionar o mecanismo de trauma de alta energia a um diferencial amplo de lesão oculta, evitando ancorar a avaliação na lesão mais visível e dolorosa (como uma fratura de extremidade) em detrimento do exame sistemático do tronco.
- • Reconhecer o padrão de 'respondedor transitório' à reposição volêmica como marcador de hemorragia em curso que exige escalada para protocolo de transfusão maciça e controle urgente de fonte, não como sinal tranquilizador de melhora.
- • Escolher FAST/E-FAST e radiografias portáteis em vez de tomografia no paciente hemodinamicamente instável ou não-respondedor, reservando a tomografia para quem tolera sair da sala de emergência.
- • Sequenciar e priorizar o atendimento entre fontes concorrentes de hemorragia abdominal e pélvica, aplicando medidas temporizadoras (cinta pélvica) sem adiar o controle emergencial da fonte mais urgente.
- • Reconhecer sinais da tríade letal como contraindicação a procedimentos definitivos prolongados, e articular a passagem de caso e a coordenação com Medicina de Emergência, anestesia, radiologia intervencionista e ortopedia ao longo de todo o episódio.
Treine explicando cada conduta
A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.
9 decisões comentadas~18–36 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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