Formação

Simulação clínica sequencialResidente

Asma na infância: da crise que sufoca à bomba usada do jeito certo

Preparo

  • Insuficiência respiratória e obstrução de via aérea
Paciente
Homem, 7 anos
Comorbidades
asma persistente leve, diagnosticada há cerca de 2 anos, rinite alérgica associada
Em uso de
salbutamol (SABA) spray de resgate, uso irregular — cerca de 3 a 4 vezes por semana no último mês, segundo a mãe, nenhum corticoide inalatório de manutenção prescrito até o momento
Fatores de risco
pai fuma dentro de casa, principalmente à noite, tosse noturna cerca de 2 vezes por semana no último mês, sem internação prévia por asma; uma ida a pronto-socorro há 8 meses, vacinação em dia
Contexto: Filho único, mora com os pais. Frequenta a escola regularmente; a mãe relata que ele 'sempre fica gripado quando muda o tempo'.
Cenário
Pronto-socorro pediátrico de hospital geral (dp01-dp05), com continuidade em consulta ambulatorial de seguimento em unidade básica de saúde/ambulatório de pediatria semanas depois (dp06-dp08) · emergência — crise asmática moderada-grave, com seguimento ambulatorial do controleRecursos disponíveis: espaçador (aerocâmara) e spray de salbutamol (MDI) disponíveis imediatamente, nebulizador disponível, mas com tempo de preparo, oxigênio suplementar e monitorização contínua (oximetria, frequência cardíaca e respiratória), brometo de ipratrópio (spray e solução para nebulização) disponível, corticoide oral (prednisolona, dexametasona) e intravenoso disponíveis, sulfato de magnésio intravenoso disponível, equipe de UTI pediátrica e anestesiologia disponíveis para acionamento, radiografia de tórax disponível, sem indicação clínica evidente neste caso, corticoide inalatório em dose baixa disponível pela farmácia do serviço, na consulta de seguimento, peak flow meter e material educativo de plano de ação por escrito disponíveis na consulta de seguimento
Complexidade
Gravidade 4/5Urgência 4/5Diagnóstico 3/5Ambiguidade 3/5
O que este caso treina
  • • Tratar a crise de asma de forma escalonada — beta-2 por espaçador (tão eficaz quanto nebulização), corticoide sistêmico e ipratrópio na primeira hora da crise moderada-grave, sulfato de magnésio na crise grave/refratária — e reavaliar a resposta a cada etapa.
  • • Reconhecer que a QUEDA da sibilância associada a sonolência e movimento respiratório mínimo é sinal de falência respiratória iminente, não de melhora, e escalonar o tratamento em vez de apenas observar.
  • • Decidir a alta hospitalar apenas após melhora sustentada dos sinais de esforço respiratório, com o pacote completo: curso de corticoide concluído, plano de ação por escrito, técnica inalatória confirmada e retorno agendado.
  • • Ajustar a terapia de manutenção com base no nível de controle — reconhecer o uso de SABA acima de duas vezes por semana como asma mal controlada e iniciar corticoide inalatório diário.
  • • Investigar técnica inalatória, adesão e exposição ambiental (fumaça de cigarro) antes de aumentar a dose do corticoide inalatório de manutenção.
Caso comentado

Treine explicando cada conduta

A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.

9 decisões comentadas~18–36 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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