Formação

Simulação clínica sequencialResidente

Retorno de seguimento em artrite reumatoide com sintomas persistentes após trocas terapêuticas

Preparo

  • Fibromialgia — diagnóstico por critério clínico e abordagem interdisciplinar sem opioide
  • Imagem musculoesquelética avançada — ultrassom com Doppler, ressonância e TC de dupla energia
  • Osteoporose secundária a doença reumática e induzida por glicocorticoide
Paciente
Mulher, 54 anos
Comorbidades
artrite reumatoide soropositiva (fator reumatoide e anti-CCP fortemente positivos), diagnosticada há 12 anos, hipotireoidismo autoimune em reposição hormonal, sobrepeso (índice de massa corporal aproximadamente 28 kg/m²)
Em uso de
tofacitinibe 5 mg VO 2x/dia (inibidor de JAK), em uso há 10 meses — terceira classe mecanística, após falha de um anti-TNF e de um inibidor de IL-6, prednisona 10 mg/dia VO, uso crônico, metotrexato 15 mg VO 1x/semana, conforme prescrição em prontuário, levotiroxina em reposição hormonal
Fatores de risco
ex-tabagista (parou há 8 anos), uso crônico de glicocorticoide sem registro, em prontuário, de tentativa de redução de dose ou de monitorização óssea/metabólica
Contexto: Trabalho em período integral, com dificuldade relatada para faltar a retornos. Mora sozinha. Tentou psicoterapia uma vez, sem continuidade, por custo.
Cenário
ambulatório de reumatologia terciário/referência · consulta de retorno de seguimento de doença crônicaRecursos disponíveis: exame articular completo, com contagem separada de articulações edemaciadas e dolorosas, VHS e PCR, ultrassonografia articular com Doppler de potência, sob agendamento, instrumento de rastreio estruturado de fibromialgia (critérios ACR 2016, WPI e SSS), equipe multiprofissional (fisioterapia, manejo não farmacológico de dor e sono)
Complexidade
Gravidade 3/5Urgência 2/5Diagnóstico 5/5Ambiguidade 4/5
O que este caso treina
  • • Aplicar a definição operacional de artrite reumatoide 'difícil de tratar' num paciente com múltiplas trocas terapêuticas prévias.
  • • Investigar hipóteses concorrentes para sintomas articulares persistentes numa doença crônica, incluindo adesão terapêutica e sobreposição de dor não inflamatória.
  • • Integrar história, exame físico, marcadores inflamatórios e método de imagem na avaliação de atividade de doença numa consulta de reavaliação.
  • • Reconhecer os limites de segurança de terapias imunomoduladoras combinadas e da farmacoterapia de base num paciente em regime complexo.
  • • Planejar o seguimento de uma doença crônica de difícil controle, incluindo o manejo de comorbidades associadas ao próprio tratamento.
Caso comentado

Treine explicando cada conduta

A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.

12 decisões comentadas~24–48 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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