Formação
Simulação clínica sequencialResidente
Aliança terapêutica, enquadre e manejo de rupturas: o caso de Camila
- Paciente
- Mulher, 29 anos
- Comorbidades
- transtorno depressivo persistente (distimia), em acompanhamento psiquiátrico com sertralina em dose estável há 8 meses, padrão de apego ansioso e medo de abandono em relacionamentos interpessoais, motivo central do encaminhamento para psicoterapia
- Em uso de
- sertralina 100mg/dia (prescrita pela psiquiatra assistente, dose estável)
- Fatores de risco
- histórico de relacionamentos interpessoais instáveis e rede de apoio social pequena, renda variável como freelancer, sem rede de suporte financeiro formal
- Cenário
- Ambulatório de saúde mental de clínica-escola de residência em Psiquiatria, com psicoterapia individual de orientação psicodinâmica breve, sessões semanais de 50 minutos, sob supervisão clínica regular · acompanhamento psicoterápico ambulatorial ao longo de aproximadamente 5 meses de tratamentoRecursos disponíveis: supervisão clínica semanal, psiquiatra assistente responsável pela farmacoterapia, comissão de ética da instituição, termo de consentimento e contrato terapêutico padrão do serviço
- Complexidade
- Gravidade 1/5Urgência 2/5Diagnóstico 1/5Ambiguidade 4/5
- O que este caso treina
- • Reconhecer os três componentes da aliança terapêutica (objetivo, tarefa e vínculo) e estabelecer o enquadre de forma explícita e colaborativa desde a primeira sessão.
- • Diferenciar ruptura por retração de ruptura por confrontação e responder a cada uma nomeando o que está acontecendo na relação, em vez de ignorar a mudança ou reagir defensivamente.
- • Ler comportamentos fora do enquadre (faltas, mensagens fora de hora) como comunicação a ser processada clinicamente, renegociando a regra de contato em vez de simplesmente tolerar ou premiar.
- • Distinguir flexibilização legítima do enquadre de transgressão de limite ético, reconhecendo quando uma situação (presente, favor, contato pessoal) exige recusa e encaminhamento à supervisão.
- • Reconhecer o abandono precoce como desfecho típico de ruptura não reparada, e seguir o processo devido (aviso prévio, encaminhamento, continuidade) quando encerrar o vínculo se torna necessário.
Treine explicando cada conduta
A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.
9 decisões comentadas~18–36 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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