Formação
Simulação clínica sequencialResidente
Acesso venoso central para nutrição parenteral: da escolha do dispositivo à trombose associada ao cateter
Preparo
- Endocardite infecciosa, infecções de dispositivos e infecções relacionadas à assistência
- Terapia nutricional domiciliar e transição hospital-domicílio
- Tromboembolismo venoso, trombofilia e manejo da anticoagulação
- Paciente
- Mulher, 41 anos
- Comorbidades
- doença de Crohn extensa, com ressecção maciça de delgado, síndrome do intestino curto / falência intestinal em evolução
- Fatores de risco
- cirurgia intestinal recente, dependência de nutrição parenteral por tempo prolongado
- Cenário
- Enfermaria de cirurgia/clínica médica com equipe de terapia nutricional, PS e ambulatório de seguimento · internação prolongada por falência intestinal, com transição planejada para nutrição parenteral domiciliarRecursos disponíveis: equipe multiprofissional de terapia nutricional, radiologia intervencionista/sala de inserção de cateter tunelizado, laboratório com hemoculturas pareadas, ultrassonografia (inserção guiada e duplex venoso), radiografia de tórax, ambulatório de seguimento em nutrição parenteral domiciliar
- Complexidade
- Gravidade 3/5Urgência 3/5Diagnóstico 2/5Ambiguidade 4/5
- O que este caso treina
- • Escolher o dispositivo de acesso venoso central com base na duração prevista de uso, evitando manter um cateter de curta permanência como acesso definitivo para nutrição parenteral domiciliar.
- • Aplicar o pacote de medidas com maior evidência para prevenir infecção de corrente sanguínea associada a cateter, na inserção (ultrassom, sítio adequado, barreira estéril máxima, antissepsia) e na manutenção diária (higiene das mãos, desinfecção do hub, cuidado com o curativo).
- • Confirmar a posição da ponta do cateter antes de iniciar a infusão de nutrição parenteral, reconhecendo o risco de extravasamento de solução hiperosmolar por malposicionamento.
- • Diante de febre isolada ou de bacteriemia confirmada num paciente com cateter de longa permanência, decidir entre manter o cateter com tentativa de salvamento e retirá-lo, com base em critérios objetivos de gravidade e no organismo isolado — nunca pela febre isolada.
- • Reconhecer e tratar a trombose associada ao cateter, decidindo sobre manutenção ou retirada do dispositivo conforme a necessidade contínua de acesso e a disponibilidade de alternativa, sem deixar de anticoagular um evento tromboembólico confirmado.
Treine explicando cada conduta
A cada decisão, você escreve uma justificativa obrigatória e, antes de seguir, vê se acertou, a conduta indicada, as fontes e um comentário da IA sobre o seu raciocínio. Se errar, o caso segue pela conduta indicada. No fim, vem o parecer final da IA sobre o caso inteiro. Este modo não conta para o seu perfil de competência.
9 decisões comentadas~18–36 min (estimativa, já contando o tempo de escrever)
A nota aparece no fim, mas não entra no seu perfil de competência. E, como você verá o gabarito, uma tentativa no modo completo deste mesmo caso feita depois também não vai contar.
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