Training
Sequential clinical simulationResident
Via aérea cirúrgica de emergência: do CICO ao acesso vascular quando o periférico falha
Preparation
- Algoritmo ASA 2022 de manejo da via aérea difícil
- Mecanismo do pneumotórax e impacto na mecânica ventilatória
Atlas structures: 1
- Patient
- Man, 52 years old
- Risk factors
- trauma facial extenso de alta energia (colisão em rodovia) com sangramento orofaríngeo e edema progressivo — mecanismo de risco reconhecido para via aérea difícil e para cenário de não intubar/não oxigenar
- Setting
- Sala de emergência/trauma de hospital terciário com trauma team, kit de via aérea cirúrgica disponível, ultrassom portátil, banco de sangue e centro cirúrgico de urgência · atendimento de urgência com falha de via aérea (cenário CICO) e choque hemorrágico associadoResources available: kit de cricotireoidostomia cirúrgica (bisturi, bougie, tubo traqueal 6.0-7.0 cuffado), ultrassom portátil, kit de acesso venoso central com guiamento ecográfico, dispositivo de acesso intraósseo, banco de sangue / protocolo de transfusão maciça, centro cirúrgico de urgência 24h
- Complexity
- Severity 5/5Urgency 5/5Diagnostic 3/5Ambiguity 4/5
- What this case trains
- • Reconhecer o cenário de não intubar/não oxigenar (CICO) quando intubação, dispositivo supraglótico e ventilação sob máscara falham, declará-lo em voz alta para a equipe, e proceder imediatamente à cricotireoidostomia cirúrgica por bisturi — nunca repetir tentativas de intubação, nunca aguardar um especialista, nunca optar por traqueostomia de emergência à beira-leito (mais lenta e que exige mais expertise e equipamento).
- • Saber que, numa situação CICO verdadeira, a cricotireoidostomia de emergência não tem contraindicação absoluta — fratura laríngea suspeita, cirurgia traqueal prévia e disrupção laringotraqueal são apenas contraindicações relativas — e que o ultrassom pode auxiliar a localizar os reparos anatômicos quando imediatamente disponível, mas nunca deve atrasar o acesso à via aérea.
- • Executar (ou descrever) a técnica bisturi-dedo-bougie com identificação prévia dos reparos anatômicos (handshake laríngeo), e manejar sangramento intraoperatório com pressão direta e confirmação tátil, sem interromper a progressão da via aérea para aguardar hemostasia completa.
- • Escolher o sítio de acesso venoso central considerando o contexto clínico (compressibilidade do sítio femoral em paciente coagulopático/em risco de sangramento) e o guiamento por ultrassom, sem atrasar o acesso urgente para aguardar correção completa de coagulopatia — e reconhecer complicações imediatas como o pneumotórax após punção subclávia.
- • Priorizar o acesso intraósseo sobre novas tentativas de punção periférica em paciente criticamente hipotenso sem PA mensurável, e entender que a cricotireoidostomia de emergência é via aérea definitiva apropriada nesse cenário — não uma ponte que obrigatoriamente precisa ser convertida para traqueostomia fora de ambiente cirúrgico controlado.
Practice by explaining every decision
At each decision, you write a mandatory justification and, before moving on, see whether you got it right, the indicated course of action, its sources and an AI comment on your reasoning. If you get one wrong, the case continues along the indicated course of action. At the end, you get an AI final review of the whole case. This mode does not count toward your competency profile.
9 commented decisions~18–36 min (estimate, including writing time)
You see a score at the end, but it does not count toward your competency profile. And since you will see the answer key, a full-mode attempt at this same case taken afterwards will not count either.
Start commented case