Training

Sequential clinical simulationResident

Crise convulsiva contínua no PS: escalonar antes que vire estado de mal

Preparation

  • Status epiléptico refratário e superrefratário em neurointensivismo
  • Meningite bacteriana aguda no adulto: diagnóstico e antibioticoterapia empírica
  • Interpretação de eletroencefalograma e vídeo-EEG
  • Hiponatremia — diagnóstico diferencial e correção segura
Patient
masculino, 42 years old
Comorbidities
não determinadas — paciente sem identificação civil e sem informante confiável no momento da admissão
On
desconhecidas
Risk factors
odor etílico presente ao exame físico, relato de populares de uso pesado e diário de álcool, sem confirmação médica prévia, sem histórico de epilepsia conhecido até o momento, sem identificação civil; história colhida apenas com terceiros no local
Context: Encontrado convulsionando na via pública por populares, que acionaram o SAMU. Chega ao PS sem documentos e sem acompanhante que forneça história confiável. O serviço social tenta localizar familiares durante o atendimento; uma irmã é localizada e chega ao hospital horas depois (dp12).
Setting
PS · emergênciaResources available: sala de emergência com monitorização contínua, desfibrilador e carro de parada, glicosímetro capilar e oxímetro de pulso, equipe habilitada a tentar acesso venoso periférico, midazolam, diazepam, fenobarbital, fenitoína/fosfenitoína e levetiracetam intravenosos disponíveis, kit de via aérea difícil e materiais para intubação orotraqueal, laboratório com glicemia, eletrólitos, hemograma e toxicológico de urina, tomografia de crânio disponível 24 horas, UTI com suporte ventilatório e eletroencefalograma contínuo disponível mediante acionamento, serviço social para localizar familiares de paciente não identificado
Complexity
Severity 5/5Urgency 5/5Diagnostic 4/5Ambiguity 4/5
What this case trains
  • • Reconhecer que uma crise convulsiva contínua além de 5 minutos já configura estado de mal epiléptico e exige tratamento imediato, sem esperar o corte clássico de 30 minutos.
  • • Administrar o benzodiazepínico de primeira linha na dose e via adequadas ao peso e ao acesso disponível, identificando a subdose como a falha terapêutica mais comum e nunca a repetindo sem escalonar.
  • • Progredir para o anticonvulsivante de segunda linha na dose correta quando a primeira linha falha, sem insistir indefinidamente na mesma classe farmacológica.
  • • Buscar, EM PARALELO ao tratamento anticonvulsivante — não depois dele —, as causas reversíveis mais comuns: hipoglicemia, distúrbio hidroeletrolítico, intoxicação e neuroinfecção.
  • • Reconhecer a indicação de via aérea definitiva no estado de mal refratário e o estado de mal NÃO CONVULSIVO no paciente que não desperta após o controle motor da crise.
Commented case

Practice by explaining every decision

At each decision, you write a mandatory justification and, before moving on, see whether you got it right, the indicated course of action, its sources and an AI comment on your reasoning. If you get one wrong, the case continues along the indicated course of action. At the end, you get an AI final review of the whole case. This mode does not count toward your competency profile.

12 commented decisions~24–48 min (estimate, including writing time)
You see a score at the end, but it does not count toward your competency profile. And since you will see the answer key, a full-mode attempt at this same case taken afterwards will not count either.
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