Training
Sequential clinical simulationResident
Estado de mal epiléptico convulsivo na criança: o relógio como guia
Preparation
- Meningites e infecções do sistema nervoso central
- Crise febril e epilepsias da infância
- Patient
- Woman, 4 years old
- Comorbidities
- nenhuma comorbidade conhecida; primeira crise convulsiva da vida, sem história prévia de epilepsia
- Risk factors
- febre iniciada cerca de 30 minutos antes da crise, medida em casa (39°C), sem outro sintoma associado relatado pelos pais até o momento, crise convulsiva tônico-clônica generalizada em curso há cerca de 4 minutos no momento da chegada à emergência, vacinação em dia, sem história de trauma ou exposição a tóxicos relatada pelos pais
- Setting
- Emergência pediátrica de hospital geral, com apoio de UTI pediátrica disponível · emergência — estado de mal epiléptico convulsivoResources available: monitorização contínua (frequência cardíaca, respiratória, oximetria, pressão arterial não invasiva), kit de via aérea e oxigênio suplementar, acesso venoso periférico e kit de acesso intraósseo disponíveis, glicosímetro capilar à beira do leito, midazolam (intramuscular, intranasal, bucal e intravenoso) e diazepam (retal e intravenoso) disponíveis, fosfenitoína, ácido valproico e levetiracetam intravenosos disponíveis, fenobarbital intravenoso disponível, midazolam, tiopental e pentobarbital em infusão contínua disponíveis para estado de mal refratário (propofol em infusão contínua não é usado em crianças no protocolo do serviço, pelo risco de síndrome da infusão de propofol), antimicrobianos empíricos de amplo espectro disponíveis para administração imediata, kit de punção lombar e tomografia de crânio disponíveis, equipe de via aérea avançada e vaga em UTI pediátrica
- Complexity
- Severity 5/5Urgency 5/5Diagnostic 3/5Ambiguity 4/5
- What this case trains
- • Executar o escalonamento cronometrado do estado de mal epiléptico convulsivo pediátrico: benzodiazepínico aos 5 minutos por qualquer via disponível, segunda dose se a crise persistir, fármaco de segunda linha aos 20 minutos, e reconhecimento do estado de mal refratário aos 40 minutos.
- • Reconhecer a hipoglicemia como causa aguda sintomática tratável em paralelo ao manejo anticonvulsivante, corrigindo-a por via intravenosa/intraóssea — nunca por via oral numa criança em crise ativa ou com nível de consciência rebaixado.
- • Escolher a via do benzodiazepínico quando o acesso venoso não está disponível (intramuscular, retal, intranasal ou bucal), e não repetir a mesma classe além do limite de duas doses pelo risco de depressão respiratória cumulativa.
- • Reconhecer estado de mal refratário e iniciar infusão anestésica contínua com via aérea assegurada, evitando propofol na criança pelo risco de síndrome da infusão de propofol.
- • Diante de febre e sinais de irritação meníngea, iniciar antibioticoterapia empírica sem atraso e ponderar sinais de risco de herniação antes de definir o momento da punção lombar; e reconhecer que a duração maior que 30 minutos caracteriza estado de mal febril, com implicação prognóstica e de acompanhamento diferente de uma crise febril simples ou complexa isolada.
Practice by explaining every decision
At each decision, you write a mandatory justification and, before moving on, see whether you got it right, the indicated course of action, its sources and an AI comment on your reasoning. If you get one wrong, the case continues along the indicated course of action. At the end, you get an AI final review of the whole case. This mode does not count toward your competency profile.
9 commented decisions~18–36 min (estimate, including writing time)
You see a score at the end, but it does not count toward your competency profile. And since you will see the answer key, a full-mode attempt at this same case taken afterwards will not count either.
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