Training

Sequential clinical simulationResident

Dor que migra para a fossa ilíaca direita: apendicite aguda e a cirurgia que não pode esperar

Preparation

  • Princípios de cirurgia minimamente invasiva (videolaparoscopia)
  • Abdome agudo e seus diagnósticos diferenciais
  • Uso racional de antibióticos em cirurgia

Atlas structures: 2

Patient
masculino, 32 years old
Risk factors
sexo masculino (maior incidência de apendicite aguda que no sexo feminino), faixa etária de 25 a 35 anos (pico de incidência da doença), cerca de 40 horas entre o início dos sintomas e a procura por atendimento
Context: Supervisor de obra, sem comorbidades conhecidas. Mora com a companheira, que o acompanha à UPA. Tentou tratar a dor em casa com analgésico comum e dieta leve antes de procurar atendimento.
Setting
UPA com transferência para hospital de retaguarda com serviço de cirurgia geral · emergênciaResources available: ultrassonografia point-of-care e formal disponíveis 24 horas, tomografia computadorizada com contraste disponível, laboratório com hemograma e proteína C reativa, centro cirúrgico com videolaparoscopia e equipe cirúrgica com experiência na técnica, leito de observação com monitorização de sinais vitais, equipe de cirurgia geral de sobreaviso
Complexity
Severity 4/5Urgency 4/5Diagnostic 3/5Ambiguity 2/5
What this case trains
  • • Reconhecer a apresentação clássica da apendicite aguda (migração da dor, anorexia, sinais localizados em fossa ilíaca direita) e não liberar um paciente com dor abdominal aguda e sinais de alarme sem investigação dirigida.
  • • Aplicar um escore de probabilidade (Alvarado) para estratificar o risco em vez de decidir por impressão clínica isolada, e usar essa estratificação para guiar a necessidade de imagem.
  • • Decidir quando a ultrassonografia ou a tomografia agregam à decisão e quando apenas atrasam o tratamento, evitando tanto a imagem desnecessária quanto a alta sem diagnóstico confirmado.
  • • Reconhecer que a apendicite aguda não complicada, sem apendicolito, é candidata legítima tanto à apendicectomia quanto ao tratamento não operatório com antibiótico, e conduzir essa decisão de forma compartilhada com o paciente.
  • • Identificar sinais de piora clínica (peritonite difusa, taquicardia, hipotensão) durante a espera pela cirurgia e agir imediatamente, em vez de manter o paciente na fila de agendamento original — reconhecendo que não operar a tempo é o erro que transforma uma apendicite tratável em sepse abdominal.
Commented case

Practice by explaining every decision

At each decision, you write a mandatory justification and, before moving on, see whether you got it right, the indicated course of action, its sources and an AI comment on your reasoning. If you get one wrong, the case continues along the indicated course of action. At the end, you get an AI final review of the whole case. This mode does not count toward your competency profile.

12 commented decisions~24–48 min (estimate, including writing time)
You see a score at the end, but it does not count toward your competency profile. And since you will see the answer key, a full-mode attempt at this same case taken afterwards will not count either.
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